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30 agosto, 2011

Quando Você Pensou Que Eu Não Estava Olhando

Quando você pensou que eu não estava olhando,
eu vi você afixando minha primeira pintura n porta da geladeira e quis fazer mais uma.

Quando você pensou que eu não estava olhando,
eu vi você fazer o meu bolo preferido (sem glúten) e entendi como pequenas coisas se tornam especiais.

Quando você pensou que eu não estava olhando,
eu vi você recitar uma perce e acreditei que existe um Deus a quem eu poderia me dirigir.

Quando você pensou que eu não estava olhando,
eu senti você me dando um beijo de boa noite e me senti amado.

Quando você pensou que eu não estava olhando,
eu vi lágrimas escorrem em seus olhos e aprendi que algumas coisas ferem e magoam, mas que não há problemas em chorar.

Quando você pensou que eu não estava olhando,
eu percebi que você se importava comigo e resolvi dar o máximo de mim.

Quando você pensou que eu não estava olhando, eu olhava...
E, como seu filho(a), quero agradecer por todas as coisas que vi quando você pensou que eu não estava olhando.



Recebi esse texto na reunião de pais na escola das crianças. Achei muito verdadeiro e resolvi compartilhar com vocês! Não sei o autor e só acrescentei o 'sem glúten'.


Espero que gostem!

21 agosto, 2011

Tenho a doença celíaca, e agora? Como lidar com isso?

Texto do Jornal Sem Gluten + Saúde, da Acelbra SC e postado no grupo Viva Sem Glúten do Facebook pela Raquel Benati. 

Me identifiquei muito com o texto. O processo de adaptação não é facil e diferente em cada pessoa. Para muitos, que não vivem diretamente com essa adaptação, pode parecer frescura ou uma revolta a toa, mas cada um leva seu tempo para responder e aceitar as questões que esse texto levanta. Vale muito apena ler e pensar a respeito!
Tenho a doença celíaca, e agora? Como lidar com isso?


 
Aimorá l. Laus Veras 


Receber o diagnóstico de alguma doença nunca é fácil. A gravidade e a intensidade dos sintomas, assim como o seu prognóstico despertam as mais variadas reações nas pessoas envolvidas. E nesta hora, identificar os sentimentos que a doença provoca é fundamental para o processo de enfrentamento e forma de lidar com o desconhecido e com os desafios que a enfermidade impõe. No caso da doença celíaca pode-se pensar em diversas estratégias de enfrentamento, entre elas, conhecer a doença, saber exatamente o sentimento que desperta e qual a interface entre a doença e a etapa do ciclo de vida individual ou familiar. Ou seja, em que altura da vida a pessoa está, se na infância, na adolescência ou na maturidade, porque em cada fase as reações do indivíduo e de sua família poderão ser diferentes. Conhecer a doença implica em entendê-la fisiologicamente, mas também como ela se manifesta no dia a dia. A doença celíaca tem uma única causa, entretanto um significado e um efeito diferente para cada indivíduo e para cada família. A relação entre o indivíduo, a dieta sem glúten, a família e o grupo social ao qual ele pertence, precisa ficar bem caracterizada, para ampliar as capacidades de lidar com o problema. O diagnóstico pode desencadear uma crise vital. O paciente e a família podem sofrer com as mudanças que precisam ser feitas, com a possível inversão de papéis, com os processos adaptativos decorrentes e o medo do futuro. O sofrimento psíquico pode fazer com que a pessoa não se sinta normal ou saudável, podendo se achar uma pessoa “azarada”. Os familiares podem sentir-se culpados ou sobrecarregados, o celíaco pode começar a evitar os lugares de convívio social por sentir-se diferente, excluído, enfim, todo o sistema pode ficar abalado. Neste quadro, os sentimentos precisam ser identificados. É raiva, culpa, tristeza, revolta? Como é sentido? Quando é pior? Quais situações são mais difíceis? Muda o comportamento nas diferentes situações? Porque à medida que estas perguntas forem respondidas a doença vai tornando-se conhecida, menos assustadora e, deste modo, fica mais fácil lidar com o desafio e buscar alternativas. Nesta caminhada, a ajuda psicológica individual ou familiar pode ser uma opção. Em terapia o indivíduo aprende a lidar com a doença; a identificar as situações que são mais difíceis e temidas; a perceber o que pensa e a mudar os pensamentos disfuncionais que levam ao não cumprimento da dieta; a mudar os comportamentos nas distintas situações; a ampliar habilidades interpessoais para obter maior apoio e incentivo; a identificar lugares e situações de alto risco; a modificar os hábitos alimentares e o estilo de vida, aprendendo a provar outros alimentos e saber que toda dieta saudável implica em sacrifícios. E talvez o mais importante, a ter estímulo para participar de grupos de apoio, onde pode trocar experiências, receitas e novas formas de lidar com o problema. Na ACELBRA pode identificar-se com quem passa pelos mesmos desafios e descobrir como os outros fizeram para lidar com as dificuldades. Entender a tríade pensamento, sentimento e comportamento, é fundamental para voltar a ter qualidade de vida, alcançando equilíbrio pelo novo significado que dará ao fato de ser alguém que foi diagnosticado com a doença celíaca. 


Fonte: Jornal Sem Glúten + Saúde nº 47 - ACELBRA-SC

12 agosto, 2011

A importância da rotina

Iniciou-se mais um semestre escolar e para melhorar nossos dias e evitar alguns contratempos vividos no ultimo semestre fizemos uma mudança radical na nossa rotina. 



Para que isso acontecesse, passei os últimos dias de férias organizando todos os detalhes e as primeiras semanas adaptando a todos -confesso que no final do dia eu estou morta enquanto as crianças reclamam: "mas mãe já é hora de dormir, eu não estou com sono!"

Montamos literalmente um rotina, com horário de acordar, comer, estudar, brincar, fazer os esportes, ver tv, tudo mesmo. Algumas pessoas podem estar pensando: cruzes é quartel militar? É! Disciplina é importante e só traz benefícios, principalmente para as crianças que estão formando hábitos. 

Toda mudança requer no inicio um esforço maior, mas os benefícios posteriores são infinitamente maiores. Imagine se hora de dormir você não precisar ficar horas colocando o pequeno que teima em se levantar da cama? Se na hora de estudar ele já esta na mesinha com seus livros e lápis? Se logo depois de almoçar ele vai escovar os dentes? Esses hábitos são adquiridos ao longo da vida e a rotina ajuda a criança a construir-los. Claro que tem aquele dia que você perdeu a hora e todos se atrasaram pra natação, o mundo não acaba por isso, e a criança percebe que contratempos acontecessem, mas que tudo volta ao normal. A matéria do link abaixo fala um pouquinho sobre a importância da rotina!


Enfim, por isso tudo não tenho testados receitas novas e consequentemente não tenho postado aqui no blog. Prometo que em breve tudo voltara ao normal!! E para começar vou  fazer a ultima postagem sobre o Mundo Colorido da Isadora.

Beijos!

24 maio, 2011

Dieta Sem Glúten e Autismo

Existe uma crescente quantidade de provas que indicam que a ingestão de proteínas de glúten encontradas no trigo, na cevada e aveia, entre outros grãos, e de caseína, ou proteína do leite, afeta a função do cérebro normal. Um distúrbio do sistema digestivo prejudica a capacidade de fragmentar o glúten e a caseína e as pequenas cadeias protéicas resultantes apresentam estrutura e função similares aos opiácios (como morfina, ópio, etc...). Como estas cadeias protéicas viajam pela corrente sangüínea, elas podem alterar a função cerebral e causar sintomas imunológicos e intestinais.

Os profissionais de saúde prescrevem uma dieta isenta de Glúten e Caseína (GFCF) para os pacientes portadores de distúrbios neuropsiquiátricos e/ou distúrbios do desenvolvimento que são também incapazes de fragmentar efetivamente a caseína e o glúten, ou que são geralmente predispostos ao aumento do transporte destes peptídeos. A dieta GFCF é baseada na eliminação de todos os alimentos que contenham glúten e caseína, de forma a permitir que o organismo funcione na ausência destas substâncias psicoativas.

Dicas gerais:

• Lembre aos professores da escola, membros da família e amigos que tenham contato freqüente com a sua criança de que os alimentos que contém glúten e caseína são extremamente tóxicos para seu filho e podem ter conseqüências desastrosas para sua saúde. Nossos médicos podem fornecer um atestado para comprovar isto.
• Tenha sempre lanchinhos à mão no caso de você e seu filho estarem ocupados e não haver disponibilidade de alimentos GFCF.
• Familiarize-se com os restaurantes da área que possam servir as comidas dietéticas do seu filho. Faça perguntas como: as batatas fritas são feitas no seu próprio óleo? Os vegetais cozidos levam manteiga no preparo? O feijão assado contém farinha?
• Mantenha um bom estoque de guloseimas GFCF na sala de aula, em caso de uma festa inesperada.
• Considere tornar sua culinária GFCF. Além de proteger seu filho das comidas que podem lhe fazer mal, isto pode evitar o sentimento de estar sendo colocado à parte no horário das refeições com a família. Ao fazer esta mudança você irá tornar as compras e a cozinha muito mais fácil de se lidar e ajudará a toda a família a se sentir mais saudável e mais alegre.

Para mais informações sobre Autismo:

Visite o site da Claudia Marcelino

Cartilha 'Criança Autista em Dieta SGSC indo para a Escola'

Vídeo do Dia Mundial do Autismo 2011

25 abril, 2011

Doença Celíaca e Adolescência

A doença celíaca é uma enfermidade geneticamente determinada, decorrente de alteração imunológica, causada por sensibilidade permanente ao glúten, e que afeta, primariamente, o trato gastrintestinal. Caracteriza-se por inflamação crônica da mucosa do intestino delgado, que pode levar á atrofia das vilosidades intestinais e má absorção alimentar. Essa moléstia apresenta variadas formas clínicas, que podem ter seu início na infância, adolescência ou na vida adulta.


A adolescência é uma fase delicada e problemática para o sujeito com doença celíaca. A puberdade consiste de um momento crítico durante o qual os meninos e meninas tendem espontaneamente a separar da própria família e procurar refúgio com outros adolescentes. É a idade da identificação. O desejo de independência típico do adolescente pode traduzir-se na exigência de gerenciar ele próprio a sua dieta. A falta de controle de um adulto pode desencadear uma transgressão alimentar, facilitada pela necessidade de consumir alimentos iguais aos dos outros adolescentes e ao fato de que a ingestão de uma pequena quantidade de glúten não desencadeia sintomas a curto prazo.


Como podemos sensibilizar o paciente adolescente?

Nós devemos colocar para os pacientes as conseqüências que eles sofrerão caso não realizem a dieta isenta de trigo, cevada, centeio e aveia. O não cumprimento do tratamento acarretará num atraso da menarca ( primeira menstruação) para as meninas, infertilidade, retardo no ritmo do crescimento e nas mudanças do corpo e diminuição dos minerais dos ossos em 80% a 100%. A probabilidade de adquirirem um câncer (linfoma) é duas vezes maior em relação a população geral, assim como a ocorrência de problemas neurológicos (formigamento, não sente o toque ou temperatura) e diminuição do baço, perdendo a importante defesa contra infecções graves.


Estudos recentes mostram que 15% a 40% dos adolescentes não realizam a dieta corretamente e os fatores que influenciam positivamente para a adesão da dieta é sobretudo ter um conhecimento da doença, acompanhamento médico e que o grau de instrução, o nível sócio-econômico não influenciaram na adesão ao tratamento. Por isso a importância de manter a Associação dos Celíacos, que esclarece sobre a doença, luta pela melhoria de qualidade de vida e o paciente identifica-se com outros celíacos, não se sentindo como um estranho fora do ninho.


Dra.Jaqueline Ratier

Gastroenterologista Pediátrica



Fonte: http://www.acelbra-sc.org.br/jaqueline.htm

03 abril, 2011

Ajude A Você Mesmo

Não ambicione do seu vizinho senão os dons excelentes que lhe exortam o espírito.
Não permita que os dissabores governem o leme de seu destino.
Não entregue o tempo de sua memória às más impressões.
Não retire sua experiência dos fundamentos espirituais.
Não se esqueça de que o ideal superior, objeto de sua admiração, deve corpotificar-se em seus caminhos.
Não se prenda ao mal; no entanto, não se desvie das obrigações de fraternidade para com aqueles que foram atingidos pelo mal.
Não apague o archote da fé em seus dias claros, para que não falte luz a você nos dias escuros.
Não fuja às lições da estrada evolutiva, por mais difíceis e dolorosas, a fim de que a vida, mais tarde, lhe abra o santuário da sabedoria.
Não lhe falte tempo para cultivar o que é belo, eterno e bom. Não olvide que a justiça institui a ordem universal, mas só o amor dilata a obra divina'

Pelo Espírito André Luiz. Médium Francisco Candido Xavier - Livro: Agenda Cristã


15 março, 2011

Manual do Celíaco

Mesmo fazendo uma dieta sem glúten, muitas vezes ingerimos glúten sem saber. É o problema da contaminação por glúten. E ela pode acontecer de várias formas.


Por isso preste atenção:


1- Cuidado com o óleo : nunca use o óleo onde se fritou alimentos empanados com farinha de rosca , de trigo ou outra farinha que contenha glúten, para preparar alimentos sem glúten para o celíaco. Não coma batatas fritas em lanchonetes e restaurantes onde servem "nuggets" ou outros salgadinhos que contém glúten, pois geralmente são fritos no mesmo óleo e vasilhame .Muitas vezes os restaurantes reutilizam este óleo contaminado para refogar as preparações.Informe-se.


2- Não asse no mesmo forno, ao mesmo tempo, alimentos com e sem glúten (lasanha e frango, por exemplo).


3- Não esquente o pão de um celíaco na mesma torradeira / tostadeira em que costumar torrar os pães comuns, pois as migalhas destes, mesmo torradas, podem contaminar o pão sem glúten.


4-Lave bem os potes onde guardar biscoitos sem glúten caso anteriormente tenham acondicionado biscoitos com glúten. Passar apenas um pano não descontamina.


5-Tenha muito cuidado com vasilhas e talheres mal lavados.


6-O pó de Café pode estar misturado com Cevada, para aumentar a quantidade na embalagem. Evite tomar café onde você não saiba a marca do produto.


7-Caramelos e balas podem ter sido envoltos em farinha de trigo para não grudarem no papel de embalagem. Esta informação não se encontra no rótulo dos produtos.



8- Separe na geladeira potes de manteiga/margarina, requeijão ou geléia para as pessoas que comem glúten daqueles dos que não comem, pois os farelos de biscoitos, bolos ou pães podem contaminar os alimentos. Tome cuidado com migalhas que podem cair sobre alimentos sem glúten e não misture os talheres para servir alimentos com e sem glúten.



9- Não permaneça no mesmo ambiente quando alguém manipular farinhas proibidas, pois o pó se espalha e pode provocar lesões na pele em pessoas muito sensíveis ao glúten.


10- Não coma pão de queijo ou qualquer outro produto fabricado nas padarias comuns, pois mesmo não tendo glúten entre seus ingredientes, pode haver contaminação tanto na hora de fazer quanto de assar ou servir, já que todos os outros alimentos preparados ali tem a farinha de trigo como base.


11- Ao comer em restaurantes faça a opção pelos alimentos mais simples e sem molhos, como saladas , arroz e carnes grelhadas, mas converse antes com o garçom e explique sua condição celíaca: muitas vezes o feijão é engrossado com farinha de trigo e as carnes, mesmo as grelhadas, podem ter levado "amaciante", que muitas vezes contém glúten ( como é o caso da marca Maggi )ou às vezes são passadas na farinha de trigo também ou preparadas em grelhas onde passaram produtos com glúten.


12- Em restaurantes de comida japonesa ou chinesa observe a marca do shoyu, pois alguns contém glúten. Alguns preparados de frutos do mar - Kani - também contém glúten e podem ser encontrados nos enroladinhos de arroz (sushi). A omelete japonesa (tamagoyaki) leva shoyu em sua preparação. Nos cones de alga ( TEMAKI ) também pode haver contaminação, por causa do kani, shoyu, da omelete ou de peixes empanados fritos que são colocados nos recheios.


13- Leve sempre na bolsa ou no bolso algum alimento de emergência ( frutas / biscoitos / suco em caixinhas) para não ser preciso arriscar sua saúde comendo alimentos contaminados.


14- Quando for a uma festa de pessoas pouco íntimas ou cerimoniosas, coma em casa antes de sair, evitando constrangimentos ou passar "fome" sem necessidade.


15- No caso de crianças celíacas, converse com quem vai dar a festa antes, para saber o cardápio. Se for possível sugira que seja servido alimentos como gelatina ou pipoca. Se não der, alimente a criança antes da festa, para que ela possa permanecer entre os amigos sem estar faminta.


16- Cuidado com o Brigadeiro, pois pode ter sido feito com TODDY ou NESCAU (ou outros achocolatados com extrato de malte ). Às vezes os doces são engrossados com farinha de trigo. O chocolate granulado também pode conter glúten.


17- Atenção com o que a criança brinca na escola: massinhas de modelar , receitas caseiras de tintas, aulas de culinária podem expô-la ao glúten. Converse com a Direção e a equipe pedagógica sobre a Doença Celíaca e peça ajuda para que a criança possa permanecer segura no ambiente escolar. Leia mais sobre a massa de modelar : clique aqui


18-Luvas cirúrgicas ( usadas por dentistas, médicos ou mesmo em casa ) e preservativos podem conter farinha de trigo nas embalagens.Cuidado!


19- Leia sempre os ingredientes dos rótulos, pois muitas fábricas ainda estão se adaptando à Lei 10.674 ( que obriga os fabricantes a escrever se contém ou não contém glúten ) e às vezes podemos encontrar erros nas informações.


20- Muitos produtos industrializados já tem a inscrição "Não contém glúten". Infelizmente algumas fábricas desconhecem ou não se importam com o problema da contaminação e continuam vendendo seus produtos, sem uma devida análise da total inexistência de glúten. Às vezes a contaminação pode acontecer durante a plantação e/ou colheita , na armazenagem, no transporte , no processo de fabricação e embalagem.

Um exemplo são os chocolates de uma tradicional fábrica suiça que domina o mercado em nosso país, uma vez que todos ( com glúten e sem glúten ) são embalados nas mesmas máquinas e neste processo pode haver contaminação. Ao invés de separar o empacotamento para não haver contaminação, a Empresa optou por colocar a inscrição " Contém glúten" em todos eles.


21- Sempre entre em contato com o serviço de atendimento ao consumidor (SAC) das empresas quando tiver dúvidas ou for introduzir produtos novos na alimentação do celíaco.


Lembre-se: NA DÚVIDA, NÃO CONSUMA !


22- Certos ingredientes podem estar contaminados ou ser fontes "escondidas" de glúten: amido de milho modificado, amido modificado, proteína vegetal texturizada ou hidrolizada, vinagre de malte, extrato protéico vegetal, molho de soja, dextrina ou malto-dextrina (pode ser derivada de trigo e sofrer separação industrial não completa da proteína ),levedura, fécula, sêmola, carnes processadas, espessantes, molhos roux, etc.


23- Fique atento a qualquer manifestação diferente quando introduzir algum alimento novo à sua dieta . Pode ocorrer maior sensibilidade à outros ingredientes diferentes do glúten.


24- A Hóstia, significado do Corpo de Cristo na religião católica traz farinha de trigo em sua composição. Peça a seu médico ou nutricionista para elaborar um parecer ao responsável da Paróquia, no qual deve ser solicitada a realização da Comunhão através da ingestão de vinho. O celíaco NÃO pode comungar com a Hóstia.


25- Os medicamentos sob a forma de comprimidos ou cápsulas podem apresentar trigo em sua composição; converse com seu médico para substituí-los pela apresentação líquida.


26- Não coloque lado a lado, em recipientes com divisão interna, patês, condimentos e pastas com e sem glúten.


27- Não ofereça ao celíaco "somente a carne" do hamburger, "somente o queijo" da pizza ; não sirva a ele "só os legumes e carnes" de uma sopa feita com macarrão que contém glúten - a contaminação com o glúten já ocorreu.


28- Comida que vá ao forno (exemplo: bacalhau com creme de leite): normalmente coloca-se pão ralado para dar um aspecto dourado de uma forma mais rápida (substituir por um molho branco caseiro, de maisena.- demora mais tempo mas tem o mesmo efeito)


29- Bolos feitos em casa sem glúten: as formas também devem ser untadas e polvilhadas com farinha sem glúten, maisena, fubá, creme de arroz; !


30- Maionese feita em casa: cuidado com o que se adiciona. Em Portugal existe o hábito de colocar um pouco de pasta de mostarda industrial, que contém glúten.


31- Nas cantinas normalmente dizem que a sopa não tem farinha. Mas ao perguntar pelos ingredientes respondem que levou uma "massinha de letras" ou sêmola, por isso pergunte sempre quais são os ingredientes de cada prato.


32 - Em açougues verifique se eles manipulam farinha de rosca e temperos prontos para preparar carnes empanadas ou hamburgues ou ainda bifes "a role", etc. Caso isso aconteça é muito provável que a contaminação cruzada por glúten exista. Dê preferência a açougues que manipulem as carnes apenas para cortar e pesar.


Por esses e muitos outros motivos, os celíacos e seus familiares precisam estar sempre atentos aos rótulos e às informações sobre produtos lançados no mercado.


A ACELBRA vem trabalhando arduamente no sentido de fazer valer as leis nacionais que protegem os celíacos e de conscientizar a Indústria Nacional sobre a necessidade de produzir alimentos seguros para essa parcela da população.


Por isso, participe ativamente da Acelbra de seu Estado, colaborando nesse movimento de melhoria da qualidade de vida dos celíacos brasileiros.



Fonte: http://www.riosemgluten.com/manual.htm

13 março, 2011

Livro Infantil Para Celíacos

Para melhorar nossa vida na dieta sem glúten, a Raquel da Acelbra-RJ, traduziu e adptou o livro ' Presente de Lola' de Antonio de Benito. Uma obra maravilhosa dedica as nossas crianças celíacas. Obrigada Raquel!!


Link para fazer download do livro http://www.riosemgluten.com/o_presente_de_Lola.pdf


18 fevereiro, 2011

Alergia Alimentar x Bullying

Pesquisa mostra que esse tipo de alergia pode ter um impacto no relacionamento do seu filho com outras crianças.
Quem tem filho com alergia alimentar precisa estar atento não só ao que ele come, mas também ao impacto que a doença causa no relacionamento com outras crianças. Uma pesquisa divulgada nos Anais de Alergia, Asma e Imunologia dos EUA mostrou que até 35% das crianças com mais de 5 anos já sofreram bullying (algum tipo de violência física ou psicológica, intencional e repetida) por causa das refeições diferentes das dos colegas. O que fazer? Veja com a escola se o lanche servido para o seu filho pode ser o mais parecido possível com o dos demais alunos. Se ele leva lancheira, tente encontrar produtos específicos que se assemelham aos lanches comuns, como bisnaguinhas. Quando os amigos dele foram na sua casa, faça a refeição igual para todo mundo. Quando for a vez dele passar um dia fora, combine com outros pais que cada um vai levar um prato, assim seu filho pode “escolher” o seu. O problema são os aniversários. O melhor é que ele se alimente antes de ir – e entenda o que pode ou não comer na festa.

Fonte: Camila Podeti, nutricionista da nutrimaterno (SP) - Revista Crescer


Sempre que tem algum aniversário para ir, se tenho intimidade com quem esta organizando a festa, pergunto antes o que será servido e tento fazer igual sem glúten para levar. Se não tenho intimidade faço um kit festa, com coxinhas, pastelzinho, brigadeiros e um cup cake ou fatia de bolo de aniversário decorado (algumas receitas desse kit eu já postei outras prometo postar em breve). Alimentar-se antes de sair de casa é obrigatório para celíacos, mesmo levando o lanche, afinal, imprevistos podem acontecer sempre.

As cartilhas já postadas aqui são uma ótima fonte de dicas.


10 fevereiro, 2011

Criança Celíaca Indo Para a Escola


A Flávia Anastácio, desenvolveu uma cartilha para orientar os pais em relação as cuidados necessários com a criança na escola. Não deixem de baixar.
Obrigada e Parabéns Flávia por esse material de grande valia.


31 janeiro, 2011

Sou Celiac@. Posso Brincar e Comer na Sua Casa


A Raquel Benati da Acelbra-RJ , desenvolveu uma cartilha maravilhosa com informações claras e praticas sobre como receber uma criança celíaca na casa de pessoas que não celíacas. Divulgue. Baixe a cartilha e envie por e-mail para toda a familia e pais dos amiguinhos dos seus filhos. Imprima um e deixe de reserva para quando seu filho por passear sozinho na casa dos amiguinhos.

http://www.riosemgluten.com/Sou_celiaco_posso_comer_em_sua_casa_2011.pdf

16 dezembro, 2010

Guia Orientador Para Celíacos

O Guia Orientador para Celíacos é uma publicação voltada para os consumidores, mais especificamente para aqueles que possuem sensibilidade ao glúten. O guia foi elaborado em parceria com a Federação Nacional das Associações de Celíacos do Brasil (Fenacelbra) e traz explicações sobre o que é a doença, quais os sintomas, os tratamentos e dá exemplos de alimentos que não contêm glúten e de como manter uma dieta sem a substância, inclusive com dicas no preparo dos alimentos.

Quem quiser ter acesso ao manual na íntegra pode enviar um email para o e-mail do consumidor: consumidoremprimeirolugar@hotmail.com, ou baixar o arquivo em PDF no site do Rio Sem Glúten:

Vale a pena conferir e divulgar, o material é muito bom. Parabéns a todos os envolvidos!!